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05 Dezembro 2021

CBA promove verdadeira revolução no Brasileiro de Velocidade na Terra

Primeiro campeonato da Gestão Giovanni Guerra aconteceu nos dias 26 e 27 de novembro, em Cuiabá.

Após dois dias de atividades no Autódromo Bom Futuro, em Cuiabá (MT), o Campeonato Brasileiro de Velocidade na Terra consagrou os campeões Ricardo Basso (Autocross), Alan Synthes (Kartcross) e Alexandre Camargo (Turismo VNT). Mas para além da rodada única que reuniu cerca de 100 pilotos, a edição representou uma verdadeira revolução na modalidade implantada pela Confederação Brasileira de Automobilismo.

Foto: Giovanni Guerra e Gian Pasquali

Pela primeira vez em sua história, o campeonato foi realizado por um promotor independente, da mesma forma que ocorre com a Vicar na Stock Car e Mais Brasil na Copa Truck, por exemplo. O avanço só foi possível porque a entidade lançou as bases e recebeu total apoio dos competidores.

Sob a presidência de Giovanni Guerra, a CBA assinou um contrato inédito com a recém-criada SR Promoção de Eventos, empresa promotora formada por pilotos. Dessa forma, a promoção passou a ser exercida pelo grupo, enquanto a direção e supervisão técnico-desportiva é exercida pela CBA, pela Comissão Nacional de Velocidade na Terra e sempre com a participação da entidade estadual, no caso, a Federação de Automobilismo do Estado do Mato Grosso.  

A nova dinâmica é resultado de dois fatores principais. Além de dotar o campeonato de ferramentas para sua evolução enquanto esporte e negócio, representou uma resposta altamente positiva aos esforços de Giovanni Guerra, ainda em seu primeiro ano como principal gestor do automobilismo brasileiro, voltados para a ampliação e desenvolvimento de todas as modalidades e em nas cinco regiões do país.

Comandado por Reck Junior e Gian Pasquali, o Brasileiro de Velocidade na Terra cumpriu com sobras o primeiro desafio e, agora, tem perspectivas bastante sólidas de crescimento, notadamente no número de etapas. Para 2022, o plano que está sendo elaboração para avaliação da CBA contempla a ampliação do calendário para até quatro etapas.

Decisão de 2021

Na Autocross, Ricardo Basso conquistou o seu quinto título brasileiro. Mesmo sem completar a última prova da rodada, o piloto baiano somou 84 pontos, seis a mais que o vice-campeão, Rafael Bortoli. Completam o top 5 da categoria William Cancelier (55 pontos), Valdir Jacobowski (40) e Fernando Maggi Scheffer, 38.

Pelo Kartcross, com 50 carros no grid, a disputa foi ponto a ponto até o final. Alan Synthes conquistou o seu terceiro título nacional consecutivo - e o nono em sua carreira na terra - após somar 61 pontos, contra 57 de Felipe De Nadai. Seguiram-se Thiago De Nadai (48), Marcos Beck e Davi Santin, ambos com 42 pontos.

A Turismo VNT gerou grandes disputas, mas o que decidiu o campeonato foram as vistorias técnicas após o término da competição. Anailson Liliu somou mais pontos, mas foi desclassificado por irregularidade técnica, da mesma forma que Roberto Walther, o 5º. Alexandre Camargo, com 56 pontos, sagrou-se campeão, tendo como vice Luiz Antonio Santin (50). Alexsander Chicati, Marcio Cassol e Antonio Juracy Neto, nessa ordem, completaram o pódio.

Autor: Assessoria de Imprensa