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12 Agosto 2022

Comissão Nacional de Kart divulga novidades no regulamento de homologações visando redução de custos

Novo regulamento já está disponível no site da CBA

A Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), por meio da Comissão Nacional de Kart (CNK), divulgou nesta sexta-feira (12) novidades no regulamento de homologações para chassis, freios, carenagens, motores 2 e 4 tempos e seus componentes, visando a redução de custos, mesmo a médio e longo prazo, adotando progressivamente soluções de projeto mais modernas.

Foto: Cris Reis / PlanetKart Imagens

Na categoria Cadete, permanecerá a mesma normatização técnica dos últimos anos para chassis e freios, para que os equipamentos em atividade no mercado tenham sobrevida (validade de 2023 a 2026). Com relação às carenagens, também neste período de validade, a única modificação será a introdução do conceito de “Bico Retrátil”, que tem o objetivo de reduzir os toques entre os pilotos, já em operação nos chassis Grupo 2 (de Júnior Menor para cima).

No Grupo 3, haverá uma nova linha de chassis e freios, já adotada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) há alguns anos nas categorias Cadete e Mirim.

“Estes chassis são usados no exterior para categorias como Mini 60 e Rotax Mini/Micro Max. Eles possuem distância entre eixos maior que o nosso Cadete e freios hidráulicos, oferecendo maior segurança para estes pilotos no uso de motores mais potentes. No Brasil, serão usados na nova categoria Mini 2T, que empregará os motores KTT refrigerados a ar”, explicou o engenheiro Ricardo Molina, responsável técnico na CNK.

Já as carenagens deste grupo serão as mesmas do Chassi Cadete. Também estes itens com validade de 2023 a 2026.

Molina ainda destacou as novidades dos motores 2 tempos e demais componentes relacionados. “Para o biênio 2023/2024, as categorias Super Sênior, Super Sênior Master e S60+ passam a usar os motores IAME X30, de largo emprego em todo o mundo, dotados de partida elétrica, eixo de atenuação de vibração e corte de ignição, que reduzirão significativamente os custos de operação e o conforto ao guiar”, comentou.

“Para as demais categorias, permanecem os motores de homologação CBA. Decidiu-se manter estes motores por mais dois anos em razão da situação econômica ainda em recuperação; ainda há um grande número destes motores em operação no Brasil e sua obsolescência forçada obrigaria um grande investimento, sobretudo dos preparadores”, continuou Molina.

Américo Teixeira Junior
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Autor: Assessoria de Imprensa